Qual a opinião dos colaboradores europeus relativamente ao trabalho remoto e à aprendizagem de novas competências?

Este ano, o trabalho remoto foi adotado em toda a Europa e a maioria das empresas precisou de criar rapidamente sistemas e processos para que a fosse feita da melhor forma possível.
Sistemas tecnológicos, material de escritório, formações, incorporações… as empresas fizeram o máximo possível para apoiar a produtividade dos seus colaboradores perante uma situação muito desafiante.
Assim como a adaptação ao novo espaço físico, que se moveu do escritório para casa, as empresas e os seus colaboradores tiveram de se adaptar aos novos métodos de trabalho, que incluíram o aumento da qualidade e quantidade de videochamadas.
Apesar de o vídeo não ser um novo método de comunicação, tentar manter a cultura da empresa (ou até criar uma) à distância provou ser difícil para muitas empresas.
Com estas novas formas de trabalho e comunicação, necessitamos de perceber quais as competências que os colaboradores adquiriram ou atualizaram.
Por toda a Europa, mais de 30% dos profissionais que se candidataram a um novo emprego apresentavam novas competências relacionadas com a sua função. Mas como podem as empresas avaliar que tipo de competências estão em falta nas suas equipas e encontrar novos colaboradores que as possuam?
Para aprofundar esta questão, a Michael Page realizou um inquérito aos seus candidatos em 13 países entre o dia 12 de Agosto e 25 de Setembro.
Após quase seis meses de trabalho remoto, o nosso objetivo foi compreender como os profissionais avaliaram os esforços das suas empresas em apoiá-los durante este período. Procurámos também saber a sua opinião relativamente às competências adquiridas durante o período de confinamento.
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Apresentamos uma análise salarial de diversas funções nos diferentes setores de atividade.