A 2.ª edição do Prémio anual distinguiu João Gaspar Teixeira, que assumiu durante 6 meses a função de Product Manager na divisão de Neurologia da Merck S.A., substituindo uma colaboradora durante a sua licença de maternidade. João Gaspar Teixeira iniciou funções na Merck em março de 2014 e, após o término do contrato temporário, integrou os quadros da empresa mediante concurso interno. Revela que desde o início se sentiu muito bem integrado dentro da Merck: “Todos me acolheram bem. A Merck é uma empresa dinâmica; desde que integrei a equipa que têm havido várias evoluções e eu beneficiei muito com esta oportunidade. A nível global, nota-se na Merck que há muitos colaboradores temporários em cargos elevados e que não é uma coisa esporádica mas que faz parte da cultura da empresa. Aliás, mais do que chamar a este tipo de actividade Trabalho Temporário, chamar-lhe-ia trabalho por projecto. Pelo menos na Indústria farmacêutica essa é a realidade que se verifica.

Marta Amador, HR Head Merck Portugal, afirma que “na Merck, não existem diferenças, do ponto de vista cultural, entre um trabalhador permanente e um colaborador temporário. A Merck é a farmacêutica mais antiga do mundo e isso vê-se no dia-a-dia e marca-nos muito a todos. Embora busque inovação, também tem a tradição e uma cultura que nos é característica na preocupação com as pessoas e isso sente-se, sendo a prova de que se conseguem as duas coisas: uma empresa inovadora mas não demasiado agressiva, que se foca apenas nos resultados mas sim também nas pessoas. Procuramos o equilíbrio. O trabalho temporário em Portugal evoluiu, sobretudo neste tipo de perfis. Antigamente, não se assistia ao recrutamento temporário deste tipo de função, através da ferramenta do Interim Management. Estamos a caminhar para tornar esta realidade numa prática comum,” acrescenta Marta Amador.

Álvaro Fernández, Director Geral da Michael Page, conclui: “Podemos dizer que os profissionais, uma vez inseridos num projecto de trabalho temporário, se encontram numa entrevista de  largo prazo. Se surge uma oportunidade  permanente na empresa, é muito mais provável que o empregador tenha confiança numa pessoa com quem trabalhou nos últimos meses (se a pessoa demonstrar ser um profissional de qualidade, claro)  do que num candidato que vai conhecer numa entrevista de uma hora. O colaborador que esteve no processo temporário terá, seguramente, mais provas dadas de que encaixa na filosofia da empresa cliente e no projecto”.

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